A Quoi ça sert l´amour?
A Quoi ÇA Sert L'amour
A quoi ça sert l'amour ?
On raconte toujours
Des histoires insensées.
A quoi ça sert d'aimer ?
L'amour ne s'explique pas !
C'est une chose comme ça,
Qui vient on ne sait d'où
Et vous prend tout à coup.
Moi, j'ai entendu dire
Que l'amour fait souffrir,
Que l'amour fait pleurer.
A quoi ça sert d'aimer ?
L'amour ça sert à quoi ?
A nous donner d' la joie
Avec des larmes aux yeux...
C'est triste et merveilleux !
Pourtant on dit souvent
Que l'amour est décevant,
Qu'il y en a un sur deux
Qui n'est jamais heureux...
Même quand on l'a perdu,
L'amour qu'on a connu
Vous laisse un goùt de miel.
L'amour c'est éternel !
Tout ça, c'est très joli,
Mais quand tout est fini,
Il ne vous reste rien
Qu'un immense chagrin...
Tout ce qui maintenant
Te semble déchirant,
Demain, sera pour toi
Un souvenir de joie !
En somme, si j'ai compris,
Sans amour dans la vie,
Sans ses joies, ses chagrins,
On a vécu pour rien ?
Mais oui ! Regarde-moi !
A chaque fois j'y crois
Et j'y croirai toujours...
Ça sert à ça, l'amour !
Mais toi, t'es le dernier,
Mais toi, t'es le premier !
Avant toi, 'y avait rien,
Avec toi je suis bien !
C'est toi que je voulais,
C'est toi qu'il me fallait !
Toi qui j'aimerai toujours...
Ça sert à ça, l'amour !...
Edith Piaf
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
Vestígios

Muitos versos tristes
Muitos versos pequenos
Muitos versos perdidos
Muitas palavras sem sentido
Muitas outras sem explicação
Muitas poucas sem solução
Sem sentido
Sem você
Sem saber
Buscaria algo
Buscaria tudo
Buscaria você
Sonhos tristes
Sonhos tolos
Sonhos meus
Talvez agora
Talvez nunca
Talvez amanhã
Agora, não sei
Agora, chorei
Agora...
Percebi que pra sempre te amarei.
Seguindo passos, estrelas, vestígios...
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
A pessoa errada

Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa,
não existe uma pessoa certa pra gente
Existe uma pessoa que, se você for parar pra pensar é,
na verdade, a pessoa errada
Porque a pessoa certa faz tudo certinho
Chega na hora certa,
Fala as coisas certas,
Faz as coisas certas,
Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas
Aí é a hora de procurar a pessoa errada
A pessoa errada te faz perder a cabeça
Fazer loucuras
Perder a hora
Morrer de amor
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
Que é prá na hora que vocês se encontrarem
A entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa
Essa pessoa vai te fazer chorar
Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas
Essa pessoa vai tirar seu sono
Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível
Essa pessoa talvez te magoe
E depois te enche de mimos pedindo seu perdão
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você
Vai estar o tempo todo pensando em você
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo
Porque a vida não é certa
Nada aqui é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo
Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo
E só assim é possível chegar àquele momento do dia
Em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"
Quando na verdade
Tudo o que Ele quer
É que a gente encontre a pessoa errada
Para que as coisas comecem a realmente funcionar direito prá gente.
Nossa missão:
Compreender o universo de cada ser humano,
respeitar as diferenças,
brindar as descobertas,
buscar a evolução.
Luis Fernando Veríssimo
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Se tu soubesses...
Se tu soubesses...
Como são tristes os meus dias,
vazias as minhas noites...
Se tu soubesses,
como te sonho ao meu lado,
o quanto estás presente em mim...
Se tu soubesses,
que te possuo em cada pensamento
e o quanto me dou para ti...
Se tu soubesses,
o quanto me fazes companhia,
nas horas de maior angústia...
Se tu soubesses,
que teus braços são as muralhas,
que me cercariam de todos os meus males...
Se tu soubesses,
que tua boca é a fonte,
que me saciaria toda sede...
Se tu soubesses,
que teu corpo é o altar,
onde o meu desejo é sagrado...
Se tu soubesses,
que estás tão bem guardado,
que a cada instante, és infinitamente amada...
Se tu soubesses,
talvez eu não sofresse tanto,
talvez tu me quisesses quanto...
e em meu peito já não cabe,
tanto amor que eu guardei...
Se tu soubesses,
o quanto te quero bem,
Mas só eu sei,
e tu talvez jamais saberás,
o quanto eu te amei...
Como são tristes os meus dias,
vazias as minhas noites...
Se tu soubesses,
como te sonho ao meu lado,
o quanto estás presente em mim...
Se tu soubesses,
que te possuo em cada pensamento
e o quanto me dou para ti...
Se tu soubesses,
o quanto me fazes companhia,
nas horas de maior angústia...
Se tu soubesses,
que teus braços são as muralhas,
que me cercariam de todos os meus males...
Se tu soubesses,
que tua boca é a fonte,
que me saciaria toda sede...
Se tu soubesses,
que teu corpo é o altar,
onde o meu desejo é sagrado...
Se tu soubesses,
que estás tão bem guardado,
que a cada instante, és infinitamente amada...
Se tu soubesses,
talvez eu não sofresse tanto,
talvez tu me quisesses quanto...
e em meu peito já não cabe,
tanto amor que eu guardei...
Se tu soubesses,
o quanto te quero bem,
Mas só eu sei,
e tu talvez jamais saberás,
o quanto eu te amei...
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Distância

Distância não é ausência;
Distância não é estar distante;
Distância não é saudade;
Distância não é tristeza nem angústia;
Distância é um conceito geográfico de espaço que separa fisicamente as pessoas.
Apenas isso.
A distância anula-se com um abraço;
Com a ternura;
Com o carinho;
A distância desaparece com o gesto, com a intenção;
A distância separa corpos mas não separa corações;
Não descura o Sentimento;
Não alimenta o desespero;
Não há longe nem distância, quando de facto se quer amar,
Quando os limites não limitam os Sentidos e os Sentimentos.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
A Falta

Sinto a tua falta, sinto a falta de um olá que fazia-me sorrir. Aquele anjo que me fazia sorrir perante as adversidades, agora mais que nunca vejo que me falta algo, algo que outrora diria que era insignificante. Hoje digo que é essência para viver. Não peço perdão porque perdão não se pede evita-se, talvez nunca devia ter dito nada. Porque parece quando mais falamos, menos queremos falar. Algo se apodera de nós e nos deixa inconscientes, falta-me algo... falta-me algo...algo que um dia chamei de amiga, agora sinto ausência pois fiz com que se ausentasse espero que volte depressa, pois agora vejo como ela é importante, pois a vida sem amigos é como uma vida sem esperança!
Espero que me perdoes, por ter dito e feito o que jamais devia ter feito... Perdoa-me por um dia ter sido infantil, por um dia ter feito parecer que a nossa amizade era insignificante..
Quem é você?
Felicidade!!
Escutem: A Falta que a Falta Faz - Jay Vaquer
Voltando a ativa. Quem sabe?
segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Escrever não o que está sendo, mas o que há de vir... Como quem descreve o sonho antes de dormir. Feito quem planeja instantes sem planos de os cumprir.
Pouco tão me falta. Eu padeço é de raros excessos.
O corpo é corda — levemente tensa — de instrumento. Alguém que toca. O corpo que dança não é o que dança, é o que é tocado, e junto toca. Existe o silêncio do antes, o impacto do momento e a vibração do depois. Silêncio novamente.
Diz o sal:
— Vá, dor!
E a dor se vai em salgada obediência.
O bem é tão grande que envolve o mal em suas pequenezas e o faz girar: rodopios de dança.
Este mundo está levitando. A música está tirando nossos pés do chão. A alegria nos assombra feito um fantasminha. Brincadeira de criança: vida, tempo, som.
De vez em quando, levamos a sério. Crises, desastres, assassinatos, violações. A vida é tão amedrontadora quanto um teatro de assombrações.
As histórias precisam do tempo que se sucede. E o tempo não se sucede mais em mim. Olho tudo e vejo tudo. O tempo se há convertido em espaço. Eu vejo tudo da minha distância. E — feito potente telescópio — vejo tudo em cada detalhe de tudo ser.
Mas desagradam-me as frases curtas, a prosa fria. Quero a alegria de ser quem não penso que sou. Estar na praia embaixo do guarda-sol ao invés de caminhar. Mover-me lentamente em engarrafamentos. Sambar um show inteiro. Passar a noite entre fumantes e bêbados.
Viajar devolve-me o coração. Viajar é chegar à beira de si: beira com beira de outro si. Viajar devolve-me as gentes. O corpo — corda — vibra com o olhar da menina, com o vestido da menina, com o canto da menina, com o toque. Meu corpo frágil feito uma bola de sabão — na mão espalmada.
Tudo por um triz. Avião que acelera antes vôo. Mão que vai abrir torneira. Sonho prestes já em carne. Texto quase sem palavra. Transição de relógio em meia-noite: muda tudo, muda nada.
Senhor do Bonfim, me dê um bom meio — porque o excelente começo já foi há algum tempo.
Que o futuro seja como o presente e não repita o passado...
(L)
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