domingo, 25 de dezembro de 2011

Decifra-me...


Mas sim! Olhe pra mim!
Cada vez mais eu acredito em nós.
E eu acreditarei pra sempre...
É pra isso que serve o amor!
Mas você, você é a última!
Mas você, você é a primeira!
Antes de você não havia nada
Com você eu estou bem
Era você quem eu queria
Era de você que eu precisava
Você que eu amarei pra sempre
Pra isso que serve o amor!...

Ah....o amor!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Confesso

Confesso que ando muito cansado, sabe? Mas um cansaço diferente… um cansaço de não querer mais reclamar, de não querer pedir, de não fazer nada, de deixar as coisas acontecerem. Confesso que às vezes me dão umas crises de choro que parecem não parar, um medo e ao mesmo tempo uma certeza de tudo que quero ser, que quero fazer. Confesso que você estava em todos esses meus planos, mas eu sinto que as coisas vão escorrendo entre meus dedos, se derramando, não me pertecendo. Estou realmente cansado. Cansado e cansado de ser mar agitado, de ser tempestade… quero ser mar calmo. Preciso de segurança, de amor, de compreensão, de atenção, de alguém que sente comigo e fale: “Calma, eu estou com você e vou te proteger! Nós vamos ser fortes juntos, juntos, juntos.” Confesso que preciso de sorrisos, abraços, chocolates, bons filmes, paciência e coisas desse tipo. Confesso, confesso, confesso. Confesso que agora só espero você...

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

...

E é nessa horas que o Pierrot chora pelo amor da Colombina que ele vê a bailar cada vez mais distante no salão...


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Teu jeito de ser

Único é esse teu jeito de acarinhar,
Teu beijo doce, teu olhar sincero,
Única é tua forma de me conquistar,
De ler nos meus olhos o que mais quero.

Ímpar é esse teu modo de ser,
De ver o mundo, as pessoas, a vida.
Sem par é tua maneira de me querer,
De se entregar, sem qualquer medida.

Excepcional é tua forma de agir,
Externando a paz, repleto de calma.
Extraordinário é o teu sorrir,
Tocando tão fundo na minha alma.

Indescritível é teu modo de amar,
Tua transparência, o teu valor.
São teus gestos, tuas palavras, teu cantar,
Tua forma sublime de me dar amor. 



"Eu tenho certeza que o que sinto por você é amor..."

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Espelho

Minha alma,
vejam,
em côncavo
e convexo.

P´ra ela
o mundo
é míope.
Pede que leiam
bem de perto.

Flanela suja
não limpa vidro,
só embaça.

é que as vezes,
só as vezes,
me vejo no espelho.
Me acho
sem graça.

É essa luz
que ultrapassa a janela
e me arranca a máscara.

É sim...
ela é a culpada!

Não a luz, Ela.

Pois quando tudo está claro

ela ilumina
eu sinto meu gosto amargo

quando Ela me fala
de promessas tantas
de prazeres, amores
de dias serenos
felizes

que agora vejo
nos meus sonhos
na minha vida

no meu futuro


Eu quero você inteira e a minha metade de volta.


Joyeux 2 mois, vie.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Distância

Se eu fosse essa terra, nada que valesse a pena seria tão longe. Por que as distâncias não seriam problemas matemáticos resolvidos por espaço, dinheiro e velocidade.Mediríamos as distâncias simplesmente pela vontade de estar. Isso traria um grande problema aos cartógrafos, mas acho que até eles seriam mais felizes e não se importariam. se eu fosse essa terra. te cativaria ao meu lado! Mas como apenas ando nela, mas como não sou, eu cresço minha vontade, pra distância não fazer tanta diferença.

domingo, 27 de novembro de 2011

Vida

Olho no espelho
Vejo você
Vir me beijando
E me enlouquecer.
Teus lábios dizem
"Quero você"
Tuas mãos me mostram
Todo prazer.

Você me tem assim
Quando bem quer
Ri do menino
E ama o homem.
Você me tem assim
E eu digo sim
Você me toca
E eu perco a razão.
Você me tem assim
E tem noção
Que eu fecho os olhos
E abro o coração.

Tatuado em meu peito
Ficou seu olhar
Amor, me queima
Até machucar.
Sinto teu toque
Tua respiração
Deslizando em minha pele
Estou em suas mãos.

Você me tem assim
Quando bem quer
Ri do menino
E ama o homem.
Você me tem assim
E eu digo não
Você me toca
E eu perco a razão.
Você me tem assim
E tem noção
Que eu fecho os olhos
E abro o coração.

Baby, cuidado, não abusa
Vai até aí!
Onde dê pra você voltar
Sou um caminho sem fim.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Toujour avec vous!

Se no princípio era o verbo, e o verbo se fez carne... então o corpo começou pela boca. No princípio era a voz, e a voz se fez língua, dentes e lábios.

A boca fala do que o coração está cheio, logo falo para tomar conhecimento de meu próprio peito.

Eu, bicho urbano, não tenho à mão essas coisas do sertão. Minha criação é só palavra: verbo feito em carne fraca. Dou do que sou porque não pude dar do que tenho. E agora sei que paga melhor é ser do que ter. Porque quem dá o que é não fica sem o que deu.

Há um tempo entre o início do verbo e o final da carne. A crônica não se segue imediatamente ao acontecido. A vida se intromete no escrito, com intimidades de reescrevê-lo. A criação do corpo principia na boca, mas não termina ali.

A crônica chega ao fim. O verbo que ouço virou carne de texto e de alma. E percebo que minha voz fala pelos meus dedos na esperança de um dia te amar até o limite do que não tem fim.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pierrot!

Fiquei imaginando quantas vezes você já chorou sozinha, com o rosto escondido pelo travesseiro. Desejei estar ao seu lado em todas elas, passar um pouco da minha segurança, envolvê-la em meus braços da forma mais confortante possível. Busquei sem que você notasse seu olhar inocente e só o que encontrei foi um semblante agoniado.

Como quem nada espera em troca, enviei as melhores energias que pude e cheguei a adormecer, para não sei quanto tempo depois acordar com a sensação de estar ao seu lado. Não estava.

Ou será que estava? Este sou eu, o que se doa, o que oferece sem pedir para receber. O incondicional. E foi assim, vivenciando um sentimento singular, que me senti preparado para confessar:

Passei horas apenas observando seu rosto e você não soube. Acordei da realidade para viver um sonho que eu mesmo criei, que moldei da forma mais bonita. Pensei em mil e uma maneiras de demonstrar como me sinto agora, mas só o que consegui fazer foi me perder em tentativas e na escolha das palavras. Sou bom com palavras, você sabe. Mas elas me faltaram. Sim, no instante exato em que tomei coragem, elas me faltaram. Então preparei cuidadosamente uma antologia sentimental. Logo eu, que lhe parecia tão inacessível, agora preciso de palavras emprestadas para me fazer entender. Se, em meio à dúvida, você imaginar nem que seja por apenas um instante que elas são para você, de fato os meus devaneios terão valido a pena...


Quero novamente a minha colombina a bailar, cantar e a sorrir pelo salão

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Decifra-me...





Doce ilusão que aflora minha alma, que corta meu coração e sangra minha mente.
Doce delírio que de tanto acreditar, tornou-se real, por instantes, semanas, dias, tão translúcida, tão serena que por vezes eu tocava, sentia, cheirava.

Com um sonâmbulo em delírio corri o mundo, refis meu caminho, saltando de sonho em sonho, tentando tranças os fios do destino, tentando tornar o sonho mais longo…
Quem disse que a perfeição é chata, no meu sonho, no peristilo de minha fé, ainda tento segurar firme minha razão que escorre por entre os dedos…

Oh tempo que me destrói, que sempre me trás a realidade, tão cruel e sem gosto, que dele nem quero mais, amarga e sem cor, sem vida…
Que bom seria se me sonho não acaba-se, se nele pode-se continuar vivendo, sobre os rochedos do infinito, sobre as certezas do nada…

Mais a realidade, é mais forte, mais dura, mais complicada, assim, passo meus dias a pensar nas noites, nas noites que começo a viver, onde abro as portas dos sonhos e me jogo por inteiro, na vida que sempre quis…
Cinzas são meus pensamentos, cinza dos dias de chuva que tanto gosto, dos pingos que me pegam, dos desejos que me trazem, da alegria que me tomam.

Porque viver não pode ser um sonho, porque meu sonho não pode ser minha vida…Assim adormeço, e começo a viver…
Doce vida seria a minha, se não acorda-se jamais…

No mais, vida que segue, calma como um vulcão e arrebatadora como um desabrochar de uma rosa.

Ansioso....

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Saudade

Saudade não tem a ver com o tempo que não nos vemos.

Sentir saudades tem a ver com os momentos que estou fazendo algo, desejando você aqui.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Oração




Meu amor essa é a última oraçãoPra salvar seu coraçãoCoração não é tão simples quanto pensaNele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor!
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe nós dois
Cabe até o meu amor, essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor!
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe nós dois
Cabe até o meu amor, essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor!
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe essa oração.
Cabe... cabe muito mais.

segunda-feira, 11 de julho de 2011



Faria tudo exatamente igual
Seria um tolo deliberadamente seu
Sem questionar a sua ausência
Nem lamentar o seu silêncio
Não sei se faz
Diferença dizer
Mas eu não vou
Desistir de você

Fazer sorrir diariamente é o meu ideal
Pensar um modo fantasticamente normal
De manter seu interesse
Sem mudar minha aparência
Nunca mais seremos os mesmo
Por mais que a gente tente

Exatamente Igual



Faria tudo exatamente igual
Seria um tolo deliberadamente seu
Sem questionar a sua ausência
Nem lamentar o seu silêncio
Não sei se faz
Diferença dizer
Mas eu não vou
Desistir de você
Desistir
Fazer sorrir diariamente é o meu ideal
Pensar um modo fantasticamente normal
De manter seu interesse
Sem mudar minha aparência
Nunca mais seremos os mesmo
Por mais que a gente tente

terça-feira, 5 de julho de 2011

...em delírio corri o mundo, refis meu caminho...





no começo da escrita não havia ponto ou vírgula o texto era um rio que corria sem que se pudesse perceber as correntes o sentido do texto era revelado por um leitor verdadeiro sacerdote que fazia a ligação entre o verbo da palavra e a carne do mundo lia quem sabia reconhecer as pausas a mensagem estava entre as palavras com o tempo criaram-se os sinais de pontuação .:?,!; para uniformizar o sentido já que diferentes intérpretes realizavam pausas também diferentes mas então veio a poesia e desfez o trabalho dos sinais na poesia cada palavra não diz apenas o que se quer dizer só pela poesia deus pode ser filho de deus e a poesia mesmo sem versos ou rimas inventou pausas nos textos e embaralhou as palavras e cada um lê como respira uns profunda e lentamente outros leve e saltitantemente tem poesia na bula de remédio altas doses e uso a longo prazo no cartaz pregado no poste seu amor de volta na fala da mulher suor lágrima e água do mar poesia está onde se pausa onde se pousa antes da continuação do vôo está em parar de bater as asas e deixar-se levar pelas correntes invisíveis do ar poesia não precisa ser longa para ser grande poesia poema não se lê se cria quando se pára para respirar palavra se esconde do olho na voz no gesto viver é assim mirar o rio pausar o rio sem que ele pare para respirar e pausar a si que mira o rio e nele adentrar ser corrente corrente corrente e abrir-se em sentidos quando alguém lhe pausar

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Madrugada





Ela: Preciso dizer que aqui tem alguém pensando em você!
Ele: Aqui também tem alguém que pensa em você! Você poderia estar aqui.
Ela: Meu coração quase parou...meditando quase no fim. Também gostaria de me refletir em seus olhos, seria tudo hoje.
Ele: Acordar as 4h...sentindo o seu cheiro, bom demais.
Ela: Essa história que não tem fim. Porque fazemos isso?
Ele: Porque não escolhemos quem devemos gostar e se entregar.
Ela: Você não estava com alguém? Cade o respeito que merece?
Ele: Existe uma diferença entre ser/estar. Sou seu e não estou com você. Estava com alguém, mas não era desse alguém.
Ela: Ah Pi, não faz isso comigo! Você me conhece bem, sabe o que representa.
Ele: Desculpe-me.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Talking to the moon

 
"Eu sei que você está em algum lugar lá fora
Em algum lugar longe
Eu quero você de volta
Eu quero você de volta
Meus vizinhos pensam que
Eu sou louco
Mas eles não entendem
Você é tudo que eu tenho
Você é tudo que eu tenho

À noite, quando as estrelas
Iluminam o meu quarto
Me sinto sozinho
Falando com a lua
Tento chegar até você
Na esperança de que você esteja
No outro lado
Falando comigo também
Ou eu sou um tolo
Que fica sentado sozinho
Conversando com a lua

À noite, quando as estrelas
Iluminam o meu quarto
Me sinto sozinho
Falando com a lua
Tento chegar até você
Na esperança de que você esteja
No outro lado
Falando comigo também
Ou eu sou um tolo
Que fica sentado sozinho
Conversando com a lua

Você já me ouviu chamando?
Porque toda noite
Eu estou falando com a lua
Ainda tentando chegar até você

Eu sei que você está em algum lugar lá fora
Em algum lugar longe..."
 
Não tem como não ouvir essa música e não lembrar dela.

Escrever é um encontro marcado com a própria alma.

Hoje não quero poesias, quero escrever.
Preciso desabafar para você.
Hoje eu preciso de um monólogo.

Onde ficou a ausência? Ela ainda faz sentido? Ela ainda existe? Ao mesmo tempo que a vida me mostra a cada segundo que passa que nada mais existe além das lembranças doloridas e das risadas sinceras, uma mensagem é capaz de fazer o pensamento girar, as coisas mudarem e um turbilhão de emoções surgir novamente.

Sabe a história do Pequeno Príncipe, hoje o li novamente. Sempre o leio quando me sinto assim, sozinho, isolado em meu próprio mundo, mundo esse que tenho as minhas verdades e meus personagens. Sou sempre o mocinho das histórias, sempre me dou bem no final e venço tudo para ficar com quem quero. Pretensioso?
Voltando à história de Saint-Exupéry, ele tem uma passagem que sempre me marca quando a leio:

"E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho.
Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o princípe, estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa.
Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer cativar ?

- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa.
- Significa criar laços...
- Criar laços?
  
- E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim
 Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E  eu serei para ti a única no mundo...

Mas a raposa voltou a sua idéia:
 

- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música. "


E a Raposa o pede que a cative. Eu não preciso pedir isso, já tive o privilégio de ser cativado. Cada um de nós é eternamente responsável por aquilo que cativa. 

Enfim, acho que escrevi demais. E tenho a completa sensação de que não escrevi metade do que sinto. Fica pra uma outra oportunidade, afinal, ninguém lê o vida!

Até breve.

quinta-feira, 26 de maio de 2011





Despedida

Por mim, e por vós, e por mais aquilo 
que está onde as outras coisas nunca estão, 
deixo o mar bravo e o céu tranqüilo: 
quero solidão. 

Meu caminho é sem marcos nem paisagens. 
E como o conheces? - me perguntarão. 
- Por não ter palavras, por não ter imagens. 
Nenhum inimigo e nenhum irmão. 

Que procuras? Tudo. Que desejas? - Nada. 
Viajo sozinho com o meu coração. 
Não ando perdido, mas desencontrado. 
Levo o meu rumo na minha mão. 

A memória voou da minha fronte. 
Voou meu amor, minha imaginação... 
Talvez eu morra antes do horizonte. 
Memória, amor e o resto onde estarão? 

Deixo aqui meu corpo, entre o sol e a terra. 
(Beijo-te, corpo meu, todo desilusão! 
Estandarte triste de uma estranha guerra...) 
Quero solidão.


Cecília Meireles (adaptações de gênero)


E por solidão, eu morri e me escondi.


Após este, um próprio.

terça-feira, 24 de maio de 2011

















Toujours, toujours avec vous!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Amadurecência

Perdido em si,

caminhando num sonho

que fez-se em pesadelo.

Fugindo, embebido de ilusões,

correndo por rua interminável,

até encontrar

flores jogadas no chão.

Flores que recolhe

como filhas queridas.

E neste instante,

erguer os olhos

e ver refletida

a imagem num espelho.

E ao tomar

noção da própria face,

assustar-se e sentir-se feliz,

numa dualidade de amor e ódio,

num limite entre real e virtual.

Zombando de si, rindo de tudo,

não conseguindo

conciliar tristeza e alegria.

Vendo-se como suave pomba

a transformar-se

em ave de rapina,

para depois

novamente ser pomba....

Modificando-se sem parar,

não tendo respostas,

mas andando

em meio às dúvidas.

Alucinando com as próprias perguntas...



Outro de flores.

Hoje sonhei com ela.


terça-feira, 10 de maio de 2011

Flores



Te mando flores que recojo en el camino
Yo te las mando entre mis sueños
Porque no puedo hablar contigo

Y te mando besos
En mis canciones
Y por las noches cuando duermo
Se juntan nuestros corazones

Te vuelves aire
Si de noche hay luna llena
Si siento frio en la mañana
Tu recuerdo me calienta
Y tu sonrisa
Cuando despiertas
Mi niña linda yo te juro
Que cada dia te veo mas cerca

Y entre mis sueños dormido
Trato yo de hablar contigo
Y sentirte cerca de mi
Quiero tenerte en mis brazos
Poder salir y abrazarte
Y nunca mas dejarte ir

Quiero encontrarte en mis sueños
Que me levantes a besos
Ningun lugar está lejos
Para encontrarnos los dos
Dejame darte la mano
Para tenerte a mi lado
Mi niña yo te prometo
Que sere siempre tu amor
No te vayas por favor

Te mando flores que recojo en el camino
Yo te las mando entre mis sueños
Porque no puedo hablar contigo
Y voy preparando
10.000 palabras
Pa´convencerte que a mi lado
Todo será como soñamos

Y entre mis sueños dormido
Trato yo de hablar contigo
Y sentirte cerca de mi
Quiero tenerte en mis brazos
Poder salir y abrazarte
Y nunca mas dejarte ir

Quiero encontrarte en mis sueños
Que me levantes a besos
Ningun lugar está lejos
Para encontrarnos los dos
Déjame darte la mano
Para tenerte a mi lado
Mi niña yo te prometo
Que sere siempre tu amor
No te vayas por favor

Te mando flores pa que adornes tu casa
Que las mas rojas esten siempre a la entrada
Cada mañana que no les falte agua
Bien tempranito levantate a regarlas
A cada una puedes ponerle un nombre
Para que atiendan siempre tu llamada...

Inovando, sempre!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Invenção.



Quiça tu sejas minha invenção
E de tão bela, e de tão tanto em mim
Eu me invente dentro de ti...

Permita-me nos reinventar?

domingo, 1 de maio de 2011

Outrora.

Saudades de você.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Dia da Poesia

Amigos poetas, desconhecidos ilustres e ilustres conhecidos. Que nesse dia, a poesia nao cesse e a esperança não se cale. Segue um texto, sim, nao tem a pretenção de chamar isso de poesia. Não me comparo aos verdadeiros letristas que usam as palavras como forma de expressão. Homenagem singela.

Poesia.

Sua poesia, querido,
alegra de todos a vida...
Sua poesia, fala de sonhos,
que nos deixa risonhos...
Sua poesia, fala de amor,
que nos deixa em enorme torpor...
Sua poesia, fala em amar,
o que é de todos o real sonhar...
Sua poesia, fala em Natureza,
que traz para a vida toda a beleza...
Sua poesia, fala no mar...
Fala em linda noite de luar...
Nada estraga sua poesia...
Pois ela só nos dá alegria...
Fala também numa doce saudade,
lembrando momentos de felicidade...
Poeta querido,
por nada desta vida,
deixe de poetar,
para nossa alma sempre iluminar...


xD

domingo, 13 de março de 2011

Muda o mundo. Mudam as coisas. As pessoas. Mudo eu. Às vezes, muda.


Repostagem de Raiva em Rima.

Eu deveria, então, escrever poesia. Uma poesia, uma só que fosse, para usar todas as rimas possíveis no menor espaço conquistado. Deixar que essa raiva toda fosse, depois de muito bem mastigada, digerida e que resultasse em arte. Eu deveria acender um cigarro atrás do outro conforme minha intensa vontade e fumar madrugada adentro, escrevendo sem parar, poesia. Lembrar de cada frase sua e mudar o final, fazendo rima pós rima, assim sem parar, até que toda essa raiva já nao fosse mais raiva. Mas não sei. Eu não sei fazer isso (ao menos ainda não) e talvez nem conseguisse, porque não sei se o amor, depois de transformado em raiva, pode vir a se tornar rima. E é mágoa. É essa sensação de inocência indesejada que me consome, que faz a minha lembrança dolorida, que me invade e me domina, que te afasta do meu bem-querer bruscamente. Então você mente. E eu faço rima.

Não quero te odiar, por mais que eu considere que tenha motivos para isso. Quero pensar em você e sorrir, quem sabe chegar até a rir, mas por enquanto não há como. Então escrevo. Eu escrevo no intuito de botar para fora o que nem cabe mesmo mais em mim, enquanto você dorme e tem um sono leve, assim calmo, como a leveza e a calmaria de uma vida sem culpa. Hipocrisia - que rima com fantasia, veja só! Foi a tentativa. Não deu, porque a única rima que encontro agora para o amor, é… Raiva.



-Amor, então, também acaba?
-Não, que eu saiba.
-O que sei é que ele se torna matéria-prima
Que a vida se encarrega de transformar em raiva
ou em rima.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Adeus?




É melancólico dizer adeus
a um grande amor,
é necessário, às vezes,
resguardar o sentimento...,
aceitá-lo somente na alma,
vibrando puras sensações.

É sempre sombrio dizer adeus
a um amor inesquecível,
porém, por vezes é imperioso
conservar o sentimento para depois...,
abandoná-lo apenas na lembrança,
momentos eternizados.

É sofrido dizer adeus
a um amor singular de almas gêmeas,
premente se faz, às vezes,
abrigar o sentimento para depois...,
renunciar,
deixá-lo adormecido...,
esperar renascer somente num futuro,
quiçá distante.

É muito triste saber
que é chegado o instante de dizer adeus...,
guardar o sentimento para depois...,
renunciar... para não ferir e ser ferido,
desampará-lo quieto
para florescer em outro tempo,
momento certo de ser vivido,
livremente...

É triste dizer adeus ao amor eterno,
mesmo que por amor.

Adeus assim se equivale a renúncia sublime,
a entregar o sentimento a Deus
e esperar pelas luzes do futuro.

terça-feira, 1 de março de 2011

A leveza da escrita

A pena essa com que escrevo,
é tão leve...
tem um pegar tão suave
e rapidamente desliza
sobre a minha folha de papel
sem qualquer trepidação.

O seu aparo desenha...
As letras saem perfeitas
e sem qualquer perda de emoção!

É tão dócil...

É um escrever de puro prazer
Que delicia ainda mais
aqueles que depois irão ler.

A escrita é assim, sem compromisso, sem força...ela simplesmente sai.

Valeu amigo.

domingo, 16 de janeiro de 2011

A um tempo muito...muito longe...


Há tempos que eu nao ouvia Limp, há tempos que eu nao me sentia assim, há tempos que essa escuridao pairava....há tempos.....

Boiler - Limp Bizkit

Parece que eu vou fazer tudo sozinho
Talvez eu até poderia usar uma ajuda
Mas porra, se você quer algo bem feito
Faça você mesmo

Talvez a vida seja altos e baixos
Mas, minha vida está sendo (o que?)
até agora?
Eu te irritei de alguma forma
E aí foi quando as coisas começaram a mudar

Eu costumava ser energético
Agora me sinto patético,
e agora eu saquei
O que está feito, está feito
Você simplesmente deixa-o pra lá e não se arrepende

As vezes algumas coisas se tornam coisas estúpidas
E é aí que você põe seu pé no chão

Por quê eu tive de ir e conhecer alguém como você?
(como você)
Por quê você teve de ir e machucar alguém como eu?
(como eu)
Como isso tudo pode acontecer assim?
(assim?)
Espero que você saiba que talvez eu nunca vou voltar
(nunca vou voltar)

A dependência de você, está acabando
Nada de comer, nada de dormir, nada de viver
isso tudo é só continuar cedendo para você
e eu estou cheio disso

A dependência de você, está acabando
Nada de comer, nada de dormir, nada de viver
isso tudo é só continuar cedendo para você
e eu estou cheio disso

me esconder de você, não mais
Mentir para você, não mais
Nada de comer, nada de dormir, nada de viver
isso tudo é só continuar cedendo para você
e eu estou cheio disso

Por quê eu tive de ir e conhecer alguém como você?
Por quê você teve de ir e machucar alguém como eu?
Como você pôde fazer isso com alguém?
Espero que você saiba que eu nunca vou voltar

Porque?
Porque?
Porque?
Porque?
Porque?
Porque?
Porque?
Porque?

Enfim...é isso. Ainda não sei porque escrevo aqui.