quarta-feira, 4 de maio de 2011

Invenção.



Quiça tu sejas minha invenção
E de tão bela, e de tão tanto em mim
Eu me invente dentro de ti...

Permita-me nos reinventar?

domingo, 1 de maio de 2011

Outrora.

Saudades de você.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Dia da Poesia

Amigos poetas, desconhecidos ilustres e ilustres conhecidos. Que nesse dia, a poesia nao cesse e a esperança não se cale. Segue um texto, sim, nao tem a pretenção de chamar isso de poesia. Não me comparo aos verdadeiros letristas que usam as palavras como forma de expressão. Homenagem singela.

Poesia.

Sua poesia, querido,
alegra de todos a vida...
Sua poesia, fala de sonhos,
que nos deixa risonhos...
Sua poesia, fala de amor,
que nos deixa em enorme torpor...
Sua poesia, fala em amar,
o que é de todos o real sonhar...
Sua poesia, fala em Natureza,
que traz para a vida toda a beleza...
Sua poesia, fala no mar...
Fala em linda noite de luar...
Nada estraga sua poesia...
Pois ela só nos dá alegria...
Fala também numa doce saudade,
lembrando momentos de felicidade...
Poeta querido,
por nada desta vida,
deixe de poetar,
para nossa alma sempre iluminar...


xD

domingo, 13 de março de 2011

Muda o mundo. Mudam as coisas. As pessoas. Mudo eu. Às vezes, muda.


Repostagem de Raiva em Rima.

Eu deveria, então, escrever poesia. Uma poesia, uma só que fosse, para usar todas as rimas possíveis no menor espaço conquistado. Deixar que essa raiva toda fosse, depois de muito bem mastigada, digerida e que resultasse em arte. Eu deveria acender um cigarro atrás do outro conforme minha intensa vontade e fumar madrugada adentro, escrevendo sem parar, poesia. Lembrar de cada frase sua e mudar o final, fazendo rima pós rima, assim sem parar, até que toda essa raiva já nao fosse mais raiva. Mas não sei. Eu não sei fazer isso (ao menos ainda não) e talvez nem conseguisse, porque não sei se o amor, depois de transformado em raiva, pode vir a se tornar rima. E é mágoa. É essa sensação de inocência indesejada que me consome, que faz a minha lembrança dolorida, que me invade e me domina, que te afasta do meu bem-querer bruscamente. Então você mente. E eu faço rima.

Não quero te odiar, por mais que eu considere que tenha motivos para isso. Quero pensar em você e sorrir, quem sabe chegar até a rir, mas por enquanto não há como. Então escrevo. Eu escrevo no intuito de botar para fora o que nem cabe mesmo mais em mim, enquanto você dorme e tem um sono leve, assim calmo, como a leveza e a calmaria de uma vida sem culpa. Hipocrisia - que rima com fantasia, veja só! Foi a tentativa. Não deu, porque a única rima que encontro agora para o amor, é… Raiva.



-Amor, então, também acaba?
-Não, que eu saiba.
-O que sei é que ele se torna matéria-prima
Que a vida se encarrega de transformar em raiva
ou em rima.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Adeus?




É melancólico dizer adeus
a um grande amor,
é necessário, às vezes,
resguardar o sentimento...,
aceitá-lo somente na alma,
vibrando puras sensações.

É sempre sombrio dizer adeus
a um amor inesquecível,
porém, por vezes é imperioso
conservar o sentimento para depois...,
abandoná-lo apenas na lembrança,
momentos eternizados.

É sofrido dizer adeus
a um amor singular de almas gêmeas,
premente se faz, às vezes,
abrigar o sentimento para depois...,
renunciar,
deixá-lo adormecido...,
esperar renascer somente num futuro,
quiçá distante.

É muito triste saber
que é chegado o instante de dizer adeus...,
guardar o sentimento para depois...,
renunciar... para não ferir e ser ferido,
desampará-lo quieto
para florescer em outro tempo,
momento certo de ser vivido,
livremente...

É triste dizer adeus ao amor eterno,
mesmo que por amor.

Adeus assim se equivale a renúncia sublime,
a entregar o sentimento a Deus
e esperar pelas luzes do futuro.

terça-feira, 1 de março de 2011

A leveza da escrita

A pena essa com que escrevo,
é tão leve...
tem um pegar tão suave
e rapidamente desliza
sobre a minha folha de papel
sem qualquer trepidação.

O seu aparo desenha...
As letras saem perfeitas
e sem qualquer perda de emoção!

É tão dócil...

É um escrever de puro prazer
Que delicia ainda mais
aqueles que depois irão ler.

A escrita é assim, sem compromisso, sem força...ela simplesmente sai.

Valeu amigo.

domingo, 16 de janeiro de 2011

A um tempo muito...muito longe...


Há tempos que eu nao ouvia Limp, há tempos que eu nao me sentia assim, há tempos que essa escuridao pairava....há tempos.....

Boiler - Limp Bizkit

Parece que eu vou fazer tudo sozinho
Talvez eu até poderia usar uma ajuda
Mas porra, se você quer algo bem feito
Faça você mesmo

Talvez a vida seja altos e baixos
Mas, minha vida está sendo (o que?)
até agora?
Eu te irritei de alguma forma
E aí foi quando as coisas começaram a mudar

Eu costumava ser energético
Agora me sinto patético,
e agora eu saquei
O que está feito, está feito
Você simplesmente deixa-o pra lá e não se arrepende

As vezes algumas coisas se tornam coisas estúpidas
E é aí que você põe seu pé no chão

Por quê eu tive de ir e conhecer alguém como você?
(como você)
Por quê você teve de ir e machucar alguém como eu?
(como eu)
Como isso tudo pode acontecer assim?
(assim?)
Espero que você saiba que talvez eu nunca vou voltar
(nunca vou voltar)

A dependência de você, está acabando
Nada de comer, nada de dormir, nada de viver
isso tudo é só continuar cedendo para você
e eu estou cheio disso

A dependência de você, está acabando
Nada de comer, nada de dormir, nada de viver
isso tudo é só continuar cedendo para você
e eu estou cheio disso

me esconder de você, não mais
Mentir para você, não mais
Nada de comer, nada de dormir, nada de viver
isso tudo é só continuar cedendo para você
e eu estou cheio disso

Por quê eu tive de ir e conhecer alguém como você?
Por quê você teve de ir e machucar alguém como eu?
Como você pôde fazer isso com alguém?
Espero que você saiba que eu nunca vou voltar

Porque?
Porque?
Porque?
Porque?
Porque?
Porque?
Porque?
Porque?

Enfim...é isso. Ainda não sei porque escrevo aqui.